Augusto Coutinho governa pelo peso da palavra comprometida: o nome limpo que herdou de Henoch e Carmen vale mais do que qualquer mandato acumulado. Formado em Engenharia Civil pela Escola Politécnica de Pernambuco, ele aprendeu antes da política o que sustenta qualquer estrutura duradoura, a qualidade invisível de sua fundação. A transição para a vida pública, em 1992, começou pela vereança no Recife; de lá, percorreu três mandatos na Assembleia Legislativa de Pernambuco até chegar a Brasília, onde cumpre sua quarta representação consecutiva na Câmara dos Deputados.
A assinatura de sua atuação no Congresso Nacional está gravada nas normas que redefiniram o País. Como autor da Lei Nacional de Adoção, encurtou a distância entre a criança e o lar, convertendo burocracia em amparo, demora em urgência. Como relator da Nova Lei de Licitações e Contratos, limpou as arestas de um Estado opaco e devolveu ao mercado a confiança que a obscuridade havia roubado. A Reforma Tributária e a articulação pela escolha de Pernambuco como sede da Escola de Sargentos do Exército completam o repertório de um parlamentar que entende a economia como organismo vivo: exige fluxo, rejeita obstrução.
Há um método que atravessa cada uma dessas realizações. Em seu gabinete, cada questão é resolvida uma a uma: uma emenda analisada, uma pessoa atendida, uma decisão meditada antes de qualquer gesto público. A cautela, em seu percurso, não funciona como freio, mas como bússola que o mantém coerente enquanto o entorno oscila. O respeito ao processo e às pessoas que dependem dele é a moeda que circula em seu escritório e atrai a lealdade que nenhum volume de recurso compra.
Ao lado de Isabela, sua esposa, ele encontrou o eixo que sustenta todo o movimento público. Os filhos, Augusto Filho, Rodrigo, Camila e Gabriela, e os netos, Caio e Rodriguinho, são o espelho onde a vitória fora do Diário Oficial ganha sentido e calor.
O engenheiro que saiu do concreto e foi para o Congresso prova que há mandatos que não se medem em legislaturas, mas na solidez das estruturas que ficam de pé depois que o parlamento fecha as portas.

